domingo, 7 de setembro de 2008

Raphael Matos é campeão na Indy Lights

O brasileiro Raphael Matos chegou em 3º na última etapa do mundial em Chicago e garantiu o título na Indy Lights.

A brasileira Bia Figueiredo (ou Ana Betriz) chegou em segundo na etapa e garantiu o terceiro lugar no mundial.

GP tumultuado com Kimi surpreendendo e Hamilton sendo punido

O GP começou com Hamilton, Massa, Kovalainen e Raikkonen alinhados, nesta ordem, nas primeiras posições do grid. Na largada sem chuva, mas com pista molhada, Kovalainen saiu mal e Raikkonen tomou logo seu posto. Em seguinda o finlandês da Ferrari ainda partiu para cima de Massa, mas quando chegou a curva, não dava. Espalhou. Foi lá fora na área de escape e conseguiu retornar ainda em 3º. Kovalainen, que também espalhou, não teve a mesma sorte e caiu para o meio do pelotão.

Raikkonen então não perdeu tempo e partiu para cima de um extremamente cauteloso Massa, que não ofereceu qualquer resistência. Raikkonen partia agora para cima do então lider da prova, Hamilton. O inglês errou quando completava a 1ª volta, rodou e perdeu o posto para Kimi, mas conseguiu manter-se a frente de Massa. Agora dos 4 só restavam 3 e mesmo assim só 2 lutavam efetivamente pela vitória. Massa não era atacado, mas também não atacava. Hamilton com um carro melhor no circuito belga conseguia manter-se próximo a Raikkonen, mas não havia tentativa de ultrapassagem. Durante boa parte da corrida este foi o cenário.

Chegou o primeiro pit stop e Hamilton foi o primeiro a parar. Raikkonen parou na volta seguinte e Massa na outra. Acabada a primeira rodada de paradas, continuava a mesma coisa. Chegou a segunda rodada. Raikkonen e Hamilton pararam na mesma volta. Massa parou 3 depois e tudo continuou como estava. A diferença agora era que Hamilton começava a aproximar com perigo de Raikkonen. Massa agora também se aproximava, mesmo que sem perigo, dos 2. Antes a diferença só aumentava.

Eis que começa a choviscar faltando pouquíssimas voltas para o final. Raikkonen perde muito rendimento e Hamilton parte de vez para cima. Dá uma escapada e parece que vai ficar quieto, mas muda de idéia e parte parte para cima de novo. Em uma das tentivas de ultrapassagem, passa reto numa chicane para não colidir com Raikkonen. Saí a frente do finlandês e para não ser punido deixa Raikkonen ultrapassar, mas em seguida já ataca e conquista a posição. Hamilton erra mais a frente e Raikkonen retoma o posto. Logo em seguida é a vez de Kimi errar, só que desta vez não tem retorno. A corrida, e provavelmente o campeonato, acabou ali para o finlandês. Neste momento restam apenas Hamilton e Massa dentre aqueles 4 que lutavam pela vitória em Spa, ambos decidem não colocar pneus para chuva e concluem a prova com todo o cuidado. Não enfrentam ataques porque já tinham conquistado larga vantagem.

Kovalainen que havia caido na classificação no contorno da primeira curva, iniciou uma prova de recuperação muito forte logo em seguida. Fazia ultrapassagem em cima de ultrapassagem, até que numa destas empolgou-se demais e colidiu com Webber. Levou sorte em não quebrar a asa dianteira, mas além do tempo perdido com as manobras para voltar para a pista foi punido com uma passagem pelos boxes. Sua corrida, que já estava bem complicada, foi para o brejo. A uma volta do final ainda abandonou, mas pelas imagens não deu para perceber se por acidente ou falha mecânica. Terminou em 10º.

Com a corrida de hoje ficou clara a superioridade da McLaren em Spa. Raikkonen só conseguiu passar a maior parte do tempo a frente de Hamilton pelo erro do inglês no início e por coseguir manter um ritmo muito forte durante toda a prova. Raikkonen fez uma corridaça depois dos maus desempenhos que vinha apresentando. Foi uma grande infelicidade e certa injustiça não ter vencido. Escapou onde qualquer um poderia ter escapado, não foi por imperícia. O pessímo resultado não refere-se somente ao âmbito do GP, mas sim ao mundial. Sua situação agora fica bastante complicada. São apenas 50 pontos em disputa nas 5 etapas restantes (Itália, Cingapura, Japão, China e Brasil). O finlandês está agora à 19 pontos do líder. Manter o título mundial ainda é possível, porém extremamente complicado.

Apesar de cruzar a linha em primeiro com grande competência e um pouco de sorte também, Hamilton foi punido com um acrescimo de 25 segundos ao seu tempo de corrida devido ao lance da ultrapassagem sobre Raikkonen. Os comissários entenderam que Hamilton foi privilegiado com o incidente. Vale ressaltar que Hamilton não deixou Raikkonen concluir a ultrapassagem completamente e ainda mudou de direção diversas vezes enquanto tentava tomar a posição de Kimi. Não gosto muito destas intervenções externas no mundial, mas compreendo a interpretação dos comissários. Com isso caiu para a 3ª posição.

Depois de um GP bem apagado Massa saiu-se extremamente fortalecido. Para quem via a diferença (que era de 6 pontos) para o líder aumentar (hora para 8, hora para 10) e a diferença para o terceiro no mundial (que era 7) encurtar (hora para 3, hora para 5), terminou com mais uma vitória e a apenas 2 pontos do líder, Hamilton. Na terceira posição agora está Kubica com 16 pontos de desvantagem perante Massa. Pesa a favor de Massa hoje o fato de estar no segundo GP com o mesmo motor. Lembrando que nos dois últimos GPs os motores Ferrari nesta situação estouraram. Tomara que não volte a ocorrer até o final da temporada.

Mas este GP não foi só de grandes apresentações de Raikkonen e Hamilton. Heidfeld e Bourdais também apresentaram grande desempenho. Ambos estavam devendo boas apresentações e ainda não têm contrato garantido para o ano que vem. Heidfeld fez o 5º tempo na classificação e fechou o pódio. Herdou a 2ª colocação depois da punição de Hamilton. Bourdais classificou-se em 9º com direito ao melhor tempo no Q1. Na corrida cruzou em 7º devido a um certo azar com a chuva. Fez prova muito boa e o resultado final não condiz com o desempenho apresentado.

Alonso e Vettel também fizeram boas corridas e chegarm em 4º e 5º respectivamente. Kubica foi o 6º e Webber foi o 8º. Kubica por sinal foi outro piloto bem apagado no final de semana, principalmente se levarmos em conideração o ótimo desempenho de seu companheiro, Heidfeld.

Os brasileiros Nelsinho Piquet e Rubens Barrichello não concluíram a prova. Nelsinho bateu sozinho na 13ª volta e Rubinho abandonou depois de enfrentar problemas com o câmbio.

O campeonato agora segue com Hamilton em primeiro com 76 pontos, seguido de perto por Massa com 74. Kubica é o terceiro com 58 e Raikkonen tem 57. Cada vez mais parece que a briga pelo título ficará mesmo entre Hamilton e Massa. Agora com apenas 2 pontos de diferença entre os dois então é que a briga promete ser muito emocionante. Não há como dizer que leva o título. Estão virtualmente empatados nos pontos e com carros que se alternam em desempenho a cada GP.

Vale observar a tomada do 5º posto na tabela, que pertencia a Kovalainen, por Heidfeld. Alonso permanece em 8º, mas agora está a apenas 3 pontos de Trulli. Vettel com o resultado de hoje assumiu a 11ª posição.

No mundial de construtores a briga continua muito apertada também entre Ferrari e McLaren. A equipe italiana agora está com 12 pontos de vantagem para a equipe inglesa. BMW tem 12 de desvatagem para a McLaren e já não oferece tanto risco. O desempenho não é o mesmo do primeiro semestre. Toyota continua em 4º, mas Renault se aproxima. Agora está a apenas 5 pontos. Com os ótimos resultados de hoje, Toro Rosso pulou para a 7ª posição (empatada em número de pontos com a Williams) e se mantiver o bom desempenho que vem apresentando nas 2 últimas etapas, ameaça o 6º posto da irmã Red Bull.

A próxima etapa é o GP da Itália em Monza na semana que vem.

domingo, 31 de agosto de 2008

Di Grassi vence mais uma e Bruno mantém vice-liderança

Giorgio Pantano liderava a primeira bateria quando abandonou por pane seca nos últimos metros. Bruno Senna também enfrentou problemas com pane seca bem no finalzinho da prova. Conseguiu concluir a etapa quase parando, mas caiu de uma 4ª posição (com a pane seca de Pantano) para a 9ª. Caso tivesse chegado na 4ª posição teria diminuído a diferença para o líder. Estaria a apenas 4 pontos ao final da primeira bateria. Talvez tenha perdido aí sua última grande chance de vencer este mundial. Outro azar foi terminar em 9ª. Caso tivesse chegado em 8º, largaria em 1º na segunda bateria. O brasileiro Lucas Di Grassi foi o 4º, enquanto seu companheiro de equipe, Petrov, venceu a primeira bateria.

Di Grassi venceu a segunda bateria depois dos líderes (Luca Filippi e Romain Grosjean) colidirem. Foi a segunda vitória do brasileiro na temporada. A primeira foi na Hungria (1ª bateria). Di Grassi já é o 3º no mundial com 51 pontos, lembrando que o brasileiro foi vice na temporada anterior e deixou de disputar as 3 primeiras etapas desta temporada. Ele não correria a GP2 este ano. Seria epnas piloto reserva da Renault, mas devido às restrições na F1 decidiu voltar a correr na GP2 para manter a forma e tentar chamar a atenção das equipes da F1 e quem sabe ser um piloto titular da categoria ano que vem. Pantano cruzou a linha de chegada em 3º na segunda bateria e abriu a diferença para o vice-líder. Senna abandonou na 8ª volta, quando estava em 4º (Pantano era 6º). Rodou sozinho e abandonou. Pantano agora tem 13 pontos de vantagem perante Bruno Senna. Nesta bateria, o brasileiro Diego Nunes largou em 10º, ganhou 5 posições e conquistou seus primeiros pontos na categoria.

São 10 etapas no total com 2 baterias cada. Só faltam 2, Bélgica (Spa) e Itália (Monza). Giorgio Pantano lidera o mundial com 71 pontos. Bruno Senna é vice-líder com 58. Lucas Di Grassi é o 3º com 51, enquanto que Romain Grosjean é o 4º no mundial com 42 pontos.

Segue comentários de Bruno Senna ao final da da primeira bateria em Valência na Espanha.

"Por um lado, foi ruim, porque não consegui aproveitar um problema com o Pantano; por outro, foi bom, já que em condições normais ele ampliaria a vantagem na classificação em mais quatro pontos".

"Na verdade, acho que só dá para lamentar a perda da oitava posição por muito pouco. Com o sistema de grid invertido da categoria, eu largaria na pole amanhã e teria uma enorme chance de grudar nele no campeonato."

"Saímos com 115 litros de gasolina, ou seja, com combustível até a boca. E o consumo costuma ser crítico na maioria dos circuitos. Sempre terminamos a corrida com o tanque quase vazio".

"O que complicou aqui é que a volta de saída dos boxes para alinhamento no grid é muito longa, muito maior que nas outras pistas."

"Hoje, por exemplo, ganhei três posições na primeira volta e depois preferi ficar na minha. O carro está bom. Com algumas pequenas mudanças no acerto, acho que vai dar para terminar bem".

Di Grassi comemora ter chegado em líderes; ouça

F-Superliga estreou em Donington Park

A falada F-Superliga, com equipes do futebol mundial, estreou neste final de semana em Donington Park na Inglaterra. Na categoria competem Corinthians e Flamengo pelo Brasil.

Na primeira bateria os carros das equipes brasileiras abandonaram. Na segunda, Tuka Rocha, que corre pelo Flamengo, chegou em segundo e conquistou assim o primeiro pódio. O carro do Corinthians não terminou. Rodou quando vinha em quarto.

Primeira bateria.
1º. Davide Rigon (Guoan), 41min29s425
2º. Enrico Toccacelo (Roma), a 2s577
3º. Duncan Tappy (Tottenham), a 14s909
4º. Yelmer Buurman (PSV), a 15s305
5º. Adrián Vallés (Liverpool), a 20s184
6º. Andreas Zuber (Al Ain), a 22s996
7º. Tristan Gommendy (Porto), a 23s675
8º. Ryan Dalziel (Rangers), a 24s571
9º. M. Wissel (Basel), a 25s449
10º. Borja García (Sevilla), a 29s431

Segunda bateria.
1º. Borja García (Sevilla), 41min56s268
2º. Tuka Rocha (Flamengo), a 10s074
3º. Adrián Vallés (Liverpool), a 12s224
4º. Nelson Philippe (Borussia Dortmund),a 14s962
5º. Duncan Tappy (Tottenham), a 23s666
6º. Davide Rigon (Guoan), a 24s681
7º. M. Wissel (Basel), a 27s225
8º. Yelmer Buurman (PSV), a 42s915
9º. Tristan Gommendy (Porto), a 54s513
10º. Enrico Toccacelo (Roma), a 57s398
11º. Kasper Andersen (Olympiacos), a 59s946
12º. Andy Soucek (Corinthians), 19 voltas

Farfus venceu primeira bateria na Alemanha

O brasileiro Augusto Farfus (BMW) venceu a primeira bateria na etapa de Oschersleben na Alemanha, a 8ª etapa de um total de 12 na WTCC. Na segunda, chegou em 6º. Somou 13 pontos no final de semana e agora é o 7º no mundial com 43 pontos. Yvan Muller (SEAT) lidera o mundial com 66 pontos.

Stoner cai de novo e Rossi herda mais 1 vitória

É ... este ano parece que não tem jeito de não ser de Valentino Rossi (Fiat Yamaha) na MotoGP. Casey Stoner, atual campeão na categoria, até que vem tentando. A Ducati, sua equipe, tem lhe entregue uma moto superior às concorrentes, tanto que ele normalmente detona em tudo que é teste. Mas chega na hora da corrida, o Rossi dá seus pulinhos. Hora superior à Stoner, hora valendo-se do erro adversário.

Stoner, assim como em Brnno na República Tcheca a 2 semanas, caiu hoje durante a etapa de San Marino em Misano. Neste final de semana, inclusive, Stoner teve de lidar com as dores de uma nova lesão no punho, onde em 2003 já havia fraturado.

Com os resultados até agora, Valentino Rossi abriu uma boa vantagem na tabela. Soma 262 pontos, enquanto o vice-líder (Casey Stoner) soma apenas 187. São 75 pontos de vantagem. Daniel Pedrosa (Repsol Honda), em má fase, tem 185 e Jorge Lorenzo (Fiat Yamaha), voltando a correr bem depois de diversas lesões, tem 140.

Vale lembrar que a temporada tem 18 etapas e que restam apenas 5. A próxima é Indianápolis em 14 de Setembro.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

No novo circuito de Valência Massa domina

Na Hungria Massa fez miséria ao largar em 3º (atrás das 2 McLarens), concluir a primeira curva do GP em 1º e não perder mais esta posição até 3 voltas do final, quando abandonou por quebra de motor. Fez ali, muito provavelmente, seu melhor GP. Pena que o resultado não demonstre isso. Se não vieram os pontos, a conquista veio em forma de respeito. O mundo da F1, sejam pilotos, técnicos, dirigente, imprensa ou expectadores começam a respeitar cada vez mais o piloto brasileiro. Massa por sua vez vai se mostrando ser um piloto em crescimento e maduro. Se era veloz na qualificação, agora está se tornando consistente nas corridas.

No estreante circuito de rua de Valência Massa conquistou a pole, a vitória e ainda marcou a melhor volta na corrida. Apesar do domínio completo, não foi tão tranqüilo quanto parece ser ao se ver o resultado pura e simplesmente. A 12 voltas do final, o motor do carro de Kimi (seu companheiro) estourou e o finlandês abandonou a corrida. Veio a mente do brasileiro as lembranças amargas da etapa anterior quando sofreu o mesmo tipo de revés. O que tranqüilizava um pouco o piloto era o fato de estar na primeira corrida do motor, enquanto que Kimi fazia a segunda corrida com o mesmo motor. Outra preocupação ficou por conta de uma possível punição em um incidente no segundo pit stop de Massa. O piloto fez tudo certinho, porém foi liberado pela equipe ao mesmo tempo em que Sutil passava ao seu lado. Massa e Sutil andaram por algum momento lado a lado no pit lane. No final das contas Massa cruzou a linha de chegada e esperou pela decisão da direção de prova. A punição terminou por ser administrativa, ou seja, uma multa.

Outros destaques positivos da prova ficam por conta de Hamilton - que não conseguindo manter o ritmo de Massa garantiu o segundo posto e a manutenção na ponta da tabela -, Kubica - que voltou a mostrar bom desempenho e retornou ao pódio depois de 5 GPs -, Vettel e Glock. Vettel, que já havia mostrado bom desempenho nos treinos livres, alinhou em 6º e terminou na mesma posição com o fraco carro da Toro Rosso. A equipe por sinal chamou bastante atenção no final de semana ao terminar em 6º e 10º enquanto que a Red Bull (a equipe principal, com mais investimento) terminou apenas em 12º e 17º. Coulthard inclusive foi o último dos pilotos que terminaram o GP. Glock largou em 13º, chegou em 7º e conquistou mais 2 pontos no mundial. Juntando ao fantástico segundo lugar na Hungria e ao 4º no Canadá, o piloto já soma 15 pontos, está em 10º na tabela e facilmente pode chegar a 8º. Alonso e Webber possuem apenas 3 pontos a mais.

Mantendo a constância Trulli (companheiro de Glock na Toyota) chegou em 5º e manteve-se na 7ª posição da tabela com 26 pontos agora. É o primeiro piloto não Ferrari, McLaren ou BMW na classificação do mundial. Rosberg, chegando em 8º, voltou a pontuar depois de 6 provas zeradas. Kovalainen fez uma prova apagada e chegou em 4º. Seu grande momento no final de semana foi a largada, quando ultrapassou o Kimi.

Os brasileiros Nelsinho e Barrichello foram mal. Chegaram em 11º e 16º, respectivamente.

Kimi por sinal vem numa fase complicada. A última vez que venceu foi no GP da Espanha a 4ª etapa. Já foram concluídas 12 das 18 etapas. Enquanto soma 2 vitórias, Hamilton e Massa já possuem 4. No mundial já começa a ficar para para trás está a 13 pontos de Hamilton (líder), e a 7 de Massa. Kimi ainda tem chances de conquistar o bi, mas precisa fazer melhores apresentações para isso. Em Valência, por exemplo, abandonou quando estava em 5º, onde provavelmente iria terminar o GP. No final de semana havia alinhado apenas em 4º. Tinha perdido a posição para Kovalainen na largada e não vinha mantendo um bom ritmo. Na primeira parada, Massa saiu do pit stop na frente de Raikkonen, que ainda iria parar. Raikkonen, sob grande pressão, ainda saiu dos boxes antes do momento. Terminou por perder tempo ao sair com a mangueira de reabastecimento ainda engatada e ainda atropelou um dos mecânicos. O finlandês já começa a ser ameaçado por Kubica, que voltou a apresentar bom desempenho. O polonês está a apenas 2 pontos de Kimi.

Quanto ao circuito em si, decepcionou bastante. O circuito é bonito e veloz, mas não permite ultrapassagens. Salve engano, não houve ultrapassagens em toda a corrida. Esperava mais. Para deixar a corrida mais chata não houve a esperada entrada do safety car, que iria tumultuar um pouco a corrida. Para os torcedores espanhóis a corrida foi ainda pior ao ver Alonso abandonar ainda na primeira volta, quando o japonês Nakajima bateu em seu carro e quebrou a asa traseira.

O mundial de pilotos segue indefinido, mas começa a tormar contornos de uma disputa apertada entre Hamilton e Massa. Kimi tem chances, mas precisa voltar ao seu ritmo habitual rapidamente para isso. Apesar de estar 6 pontos atrás, Massa ganha fôlego com a melhora no desepenho da Ferrari. A preocupação fica por conta da confiabilidade do carro italiano. Como sempre, a chave para o título está nas consistência. O importante é sempre pontuar e, de preferência, chegando no pódio.

No mundial de construtores a McLaren vem tirando a vantagem da Ferrari a passos largos. Faz 4 GPs que a equipe italiana marca menos pontos que a inglesa. A diferença agora é de apenas 8 pontos. BMW está a 25 da Ferrari. Toyota, que vem se formando como 4ª força, tem 55 a menos que a BMW.